Siga o programa Noticiário e receba um alerta assim que um novo episódio é publicado.

Os portugueses Ana Mel Canhoto e Jaime Veselko venceram o título europeu em sub-16 feminino e sub-18 masculino, respetivamente. Ainda, Ministra da Justiça analisa retirada de proteção a Rui Pinto.

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

9 horas. Notícias na Rádio Observador com o Carlos Pedro. Já se vota em Portugal para eleger o próximo presidente do Brasil. As urnas estão abertas e mais de 130 mil brasileiros votam em território nacional.

Mais de 60% de pessoas face às eleições de 2022. Ao todo, estão habilitados a votar hoje mais de 158 milhões de brasileiros em todo o mundo. No total, há 12 candidatos, mas a luta deverá ficar fechada a dois: Lula da Silva, atual presidente e símbolo da esquerda brasileira, e também Flávio Bolsonaro, líder do Partido Liberal, filho do antigo presidente Jair Bolsonaro e o representante da direita brasileira. Estes nomes dividem a opinião pública brasileira. As sondagens dão ligeira vantagem a Lula da Silva, mas é provável que haja outra vez uma segunda volta. Estas são, de resto, eleições que geram uma enorme expectativa para o povo brasileiro, como se percebe, David Biléu, pelas filas que se verificam nos locais de voto em Lisboa esta manhã.

Sim, neste momento podemos ver cada vez mais pessoas aqui a aparecerem para votar, para procederem ao direito de voto nestas eleições presidenciais do Brasil. As filas têm se movimentado bastante rápido. Neste momento, a fila mais extensa está aqui frente à Reitoria da Universidade de Lisboa. São três os prédios onde as pessoas votam: na Faculdade de Letras, na Reitoria e na Faculdade de Direito. Conseguimos o testemunho de algumas pessoas. Um dos eleitores, Pedro Neves, diz que estas eleições são particularmente importantes para o Brasil e fala também num dever cívico.

Essa eleição é uma das principais eleições do Brasil, porque o próximo presidente terá o direito de indicar quatro ministros do Supremo Tribunal. Isso conta muito a longo prazo. Creio que o dever cívico e também quem vive no Brasil sabe que não está bom, tem que se mudar. De fato, as pessoas têm que comparecer, têm que vir prestar esse dever cívico e ser patriota nesse momento.

Outra das eleitoras que também participa aqui neste voto pras eleições presidenciais do Brasil, Danúbia, diz que o que se trata, o que está em causa neste momento, é mesmo a democracia.

O que está mais em causa agora no momento é a democracia, porque nós estamos vivendo um estado de exceção. Já não existem liberdades. Cada dia que passa, eles têm avançado mais, tirando as liberdades do povo. Então, o que está em causa aqui hoje é a permanência da democracia ou nosso país vai virar uma ditadura.

Já a Thaiana diz que o cenário de uma segunda volta entre Lula da Silva e Flávio Bolsonaro é bastante complicado, o cenário político tem se complicado desde 2018, mas manifesta esperança que as pessoas votem em consciência.

Acho que é um pouco complicado, principalmente depois de 2018, mas a gente sempre espera que as pessoas vão ver, pesquisar e entender os problemas que estão acontecendo atualmente e votar de forma mais consciente. Se vai ter segundo turno, sempre tem, vamos lá, vamos votar e esperar pelo melhor.

Estes são alguns dos testemunhos aqui dos eleitores brasileiros que se dirigem à Universidade de Lisboa. Espera-se que continue a chegar mais gente até às 17h, hora em que fecham as urnas aqui. Outro fator importante é o fato de o voto no Brasil ser obrigatório, tanto no Brasil como para as pessoas que vivem no exterior e, portanto, sim, de fato, espera-se que várias pessoas continuem a chegar aqui à Universidade de Lisboa, Carlos.

É um tema para continuarmos a acompanhar durante esta manhã informativa com o jornalista David Biléu, junto à Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, com os testemunhos de alguns brasileiros que votam hoje para eleger o próximo presidente das 08h às 17h. Há 12 candidatos, mas a luta será renhida, dizem as sondagens, entre dois deles, Lula da Silva e Flávio Bolsonaro.

E Carlos, ontem, os dois principais candidatos à vitória despediram-se das respectivas campanhas eleitorais com apelos ao voto.

Apelos semelhantes e ambos em São Paulo, mas claro, com visões diferentes. Lula da Silva aponta para um próximo mandato com uma revolução na educação e na tecnologia e apela ao voto em prol da democracia.

De um lado, está a democracia, aqueles que defendem os direitos humanos, aqueles que defendem a educação, aqueles que defendem uma forte política de mobilidade urbana, aqueles que defendem ciência e tecnologia, aqueles que defendem semanalia e de outro lado, está a barbárie, aqueles que são contra a cultura, aqueles que acabaram com o Ministério da Indústria e Comércio, Ministério do Trabalho, Ministério da Igualdade Racial, Ministério dos Direitos Humanos, Ministério das Mulheres. Eles acabaram com tudo e nós reconstruímos. Agora, o próximo mandato é para fazer a revolução educacional e tecnológica neste país.

Também Flávio Bolsonaro terminou a campanha eleitoral em São Paulo. O candidato do Partido Liberal insiste na ideia do voto de protesto contra Lula da Silva.

Eu quero fazer um governo de pacificação. Temos que ajustar muitas coisas em Brasília. O poder está completamente desequilibrado. Ministros não podem ser assessores, ministros do STF não podem ser agentes políticos do governo Lula e nem de ninguém Viés ideológico. Então, está tudo depravado nesse país e é por isso que eu peço que o eleitor vá pra rua e dê o seu voto de protesto.

Bolsonarismo ou lulismo realiza hoje a primeira volta das eleições presidenciais do Brasil.

E que vamos acompanhar ao longo do dia aqui na sua rádio. A Catalunha viveu ontem o dia mais chuvoso dos últimos 20 anos. Pelo menos uma pessoa morreu, Carlos