Os apelidos na Fórmula 1 variam entre carinhosos, engraçados, imponentes e até quase ofensivos. No entanto, muitos deles evocam imediatamente a imagem de um piloto e acabam fazendo parte de seu legado.
Alguns surgiram devido ao estilo de pilotagem. Outros nasceram de características físicas, mensagens de rádio ou episódios específicos das corridas. O site oficial da F1 relembrou como 15 pilotos receberam seus apelidos mais famosos.
A origem de “Checo”, apelido de Sergio Perez, é bastante simples. No México, o termo funciona como uma abreviação comum do nome Sergio, assim como Jim costuma substituir James em inglês.
Durante sua passagem pela Red Bull, porém, Perez ganhou outro apelido: “Ministro da Defesa Mexicano”.
A expressão surgiu após sua batalha contra Lewis Hamilton no GP de Abu Dhabi de 2021. Com o título em disputa, Perez segurou o então piloto da Mercedes por várias curvas.
Dessa forma, Max Verstappen conseguiu reduzir a diferença para Hamilton. Posteriormente, o holandês conquistou seu primeiro campeonato mundial.
O apelido de Alex Albon surgiu no início de sua carreira. Naquela época, os pilotos precisavam mostrar claramente seu tipo sanguíneo no macacão para facilitar o atendimento em emergências médicas.
O macacão do piloto exibia a inscrição “A. Albon O+”. Como resultado, muitas pessoas liam o texto como “Albono”.
O termo voltou a ganhar popularidade em 2020. Durante o período de isolamento da pandemia, Albon participou de transmissões de eSports com Charles Leclerc, Lando Norris e George Russell.
Desde então, “Albono” tornou-se uma forma carinhosa de chamá-lo. Recentemente, o tailandês também se transformou no piloto com o maior número de largadas pela Williams.
Carlos Sainz recebeu o apelido de “Smooth Operator” durante sua ótima temporada pela McLaren em 2019.
Depois de conquistar seu segundo resultado entre os cinco primeiros no GP da Hungria, o espanhol cantou “Smooth Operator” pelo rádio. A música, lançada em 1984, é um dos maiores sucessos da cantora Sade.
Curiosamente, Sainz não sabia que a canção era famosa até ouvi-la em Silverstone. Mais tarde, ele repetiu a cantoria durante o GP do Brasil.
As mensagens de rádio rapidamente se tornaram alguns dos momentos mais lembrados daquela temporada. Além disso, acompanharam Sainz em suas passagens posteriores por Ferrari e Williams.
Daniel Ricciardo deixou a F1 em 2024, mas seu apelido dificilmente será esquecido. O australiano ficou conhecido como “Honey Badger”, que significa “texugo-do-mel”.
Fora do carro, Ricciardo exibia um comportamento sorridente, descontraído e carismático. Entretanto, dentro da pista, transformava-se em um adversário agressivo e extremamente competitivo.
O texugo-do-mel parece pequeno e simpático, mas reage com ferocidade quando enfrenta uma ameaça. Por isso, Ricciardo considerava o animal uma boa representação de seu alter ego ao volante.
“Eles são fofos e adoráveis. Porém, quando algo tenta tirar o que pertence a eles, revidam”, explicou o australiano.
A determinação ajudou Sebastian Vettel a conquistar quatro campeonatos mundiais. No entanto, sua inteligência e curiosidade técnica também tiveram enorme importância em sua carreira.
Vettel sempre aproveitava os momentos no parque fechado para observar os carros adversários. O alemão circulava entre os monopostos e examinava cuidadosamente asas, assoalhos e outros detalhes técnicos