O Sport apresentou oficialmente, nesta segunda-feira (21), o atacante Neto Pessoa, de 32 anos. Ex-Náutico, onde atuou em 2019, o jogador retorna ao futebol pernambucano para disputar espaço no ataque rubro-negro com Perotti, com quem brigou pela titularidade durante a passagem pela Chapecoense.

Com estreia contra o CRB e ganhando mais minutos contra o Juventude, o atacante se diz necessitado de mais ritmo de jogo, o que será um pouco mais desafiador pelo momento agudo da temporada.

"Meu último jogo como titular havia sido em junho, portanto ainda me falta um pouco de ritmo de jogo. Estou há apenas uma semana treinando e conhecendo o elenco, existindo também toda a questão de entrosamento. No entanto, temos pouco mais de dois meses para o fim da competição, então precisamos trocar o pneu com o carro andando. Creio que vou me adaptar o mais rápido possível e evoluir nos próximos jogos à medida que ganhar mais minutagem", afirmou.

Neto marcou gols importantes na campanha da Chapecoense na Série B em 2025, onde juntamente com Perotti, conquistaram o acesso.

"O Perotti é meu amigo, fizemos um grande trabalho juntos no ano passado pela Chapecoense e ele é um atacante de muitas qualidades. Tivemos uma parceria muito boa em que brincávamos que a vitória vinha do banco, às vezes ele entrava e marcava, às vezes eu entrava e fazia o gol, acredito que podemos repetir essa dinâmica aqui no Sport. Quem ganha com isso é o clube, ao contar com dois bons centroavantes que competem de forma saudável para elevar o nível da equipe e terminar o ano felizes", pontuou.

O Sport volta a campo para encara o Náutico nos Aflitos, no próximo sábado (26), às 16h30, em jogo válido pela 30ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. O atleta acredita que um jogo desse tamanho é vencido, sobretudo pelo aspceto mental.

"É uma verdadeira final e temos encarado dessa forma desde a reapresentação. Na minha visão, o clássico não se ganha na hora do jogo, mas sim durante a preparação. Existe uma mudança principalmente mental: é preciso se preparar bem e não entrar excessivamente pilhado, pois a ansiedade pode levar a decisões erradas em campo. Nosso treinador vai adotar uma estratégia e precisamos estar concentrados para executá-la da melhor forma. Vale aquela frase clichê:'clássico não se joga, se ganha'", afirmou