A vida do Fluminense na Libertadores de 2026 tem sido de muitos mais baixos que altos. Ainda assim, segue vivo na briga pelo título. Só que terá que se superar o Independiente Rivadavia, na terça-feira (18), às 19h (de Brasília), no estádio Bautista Gargantini, para avançar às quartas de final.

Apesar dos donos da casa disputarem o primeiro torneio continental da sua história, estão longe de serem completos desconhecidos do próximo adversário. Isso porque caiu na mesma chave da primeira fase. Eles, surpreendentemente, levaram a melhor no retrospecto geral.

Os argentinos venceram uma (2 a 1) e empataram outra (1 a 1). Esses resultados indicam bem a participação de cada um dos dois, no Grupo C. Não foi por acaso que o Rivadavia conquistou 16 pontos, enquanto o tricolor carioca somente oito.

A equipe de Alfredo Berti  passa por um 2026 bem positivo. No entanto, foi à parada da Copa com uma grande frustação nas costas. Isso, principalmente, pelas expectativas que se criou em cima dela, dado o que fez na etapa de liga do Apertura (primeiro turno do Argentino).

Após terminar na liderança do Grupo 2, do torneio nacional, o Independiente Rivadavia acabou caíndo logo de cara nas oitavas — foi superado por 2 a 1 pelo Únion. Essa eliminação, inclusive, deixou um gosto amargo na grande trajetória traçada na fase inicial da Libertadores.

A volta das semanas livres de jogos vinha sendo de bons resultados: venceu três, empatou dois e perdeu um, dos seis primeiros desafios. Mas a última derrota, de 2 a 0 para o Belgrano, expõe a importância dada ao confronto de logo mais. Afinal, poupou boa parte dos titulares.

O Fluminense viveu um início de temporada muito bom. Não à toa, praticava para muitos o futebol mais vistoso do país. Só que com passar dela, as coisas foram desandando no CT Carlos Castilho. E fez com que fosse à paralisação do Mundial sob desconfiança dos torcedores.

O retorno do longo período para trabalhar, sem compromissos, apareceu para confirmar todo esse sentimento vindo das arquibancadas. Até porque não conseguiu vencer nenhum dos sete primeiros duelos, pós retorno: foram seis empates e uma derrota, no recorte.

Com o jejum de vitórias, a diretoria decidiu pela demissão de Luis Zubeldía. O interino Marcão assumiu o cargo, já tendo essa decisão pela frente. Ele conseguiu ao menos aumentar a confiança dos seus comandados para mesma, depois de superar o Palmeiras por 3 a 2