A 21ª rodada do Campeonato Brasileiro é apenas a segunda, após a parada da Copa do Mundo. E terá um confronto entre times que voltaram bem dela. Corinthians e Athletico-PR ficam frente a frente, nesta quinta-feira (30), às 19h30 (de Brasília), na Neo Química Arena.

Apesar de estarem ambos na metade de cima da tabela, os próximos adversários fazem campanhas distintas na competição nacional. Não é por acaso que um está bem na briga por uma vaga na Libertadores, enquanto o outro tenta ganhar força na mesma.

Os dois times aparecem separados por oito pontos e seis posições, na classificação. O Timão está na nona com 28, cinco a menos do último representante do G-4 (Fluminense). E o Furacão está na terceira com 36, cinco a mais que o quinto colocado (Bragantino).

O Corinthians foi para temporada com as expectativas altas, depois de conquistar a Copa do Brasil na reta final de 2025. Mas uma péssima sequência de resultados gerou a demissão de Dorival Jr. E o clube apostou todas as fichas em Fernando Diniz, para assumir a função.

O impacto da chegada do treinador foi imediata. Não à toa, perdeu a primeira apenas no oitavo desafio do trabalho. E foi para paralisação do Mundial com bom retrospecto: foram nove vitórias, quatro empates e apenas três derrotas, em 16 embates.

Diniz queria muito o tempo livre de jogos que teve, para dar mais da sua identidade ao time. E os dois compromissos, desde a volta, demonstraram duas equipes diferentes. Ela foi avassaladora na vitória de 3 a 0 sobre o Remo, mas ficou devendo no empate em 1 a 1 com Bahia.

Recém-promovido para Série A do Brasileirão, o Athletico-PR entrou no torneio com objetivo bem "pés no chão": de permanecer na primeira divisão. A trajetória que vem traçando nela, entretanto, foi de completo desencontro à missão pré-estabalecida — anteriormente.

Os comandados por Odair Hellmann  foram regulares durante todo torneio — até aqui. Afinal, estão bem na luta por um lugar na Libertadores. Mas chegaram na parada com objetivo de evoluir ofensiva e defensivamente: marcaram 24 gols e sofreu 18, nos 18 duelos anteriores à mesma.

O longo período para treinar que o técnico obteve parece ter feito o Furacão melhorar ainda mais. Isso porque apresentou grandes níveis de atuação, nas duas partidas que teve pós-retorno: superou o São Paulo por 2 a 1, e depois o Internacional por 2 a 0