Na última segunda-feira (21), a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) anunciou a redução gradual do limite de jogadores estrangeiros relacionados por partida em competições nacionais, o que gera uma leve preocupação no Atlético-MG, que hoje conta com nove atletas nascidos fora do Brasil. No entanto, dois deles podem se naturalizar brasileiros.

Atualmente, a CBF permite que até nove jogadores estrangeiros sejam relacionados para as partidas. Mas, a partir do ano que vem, esse número vai diminuir de um em um, chegando a cinco em 2030. Para não ser prejudicado, o Atlético-MG possui dois estrangeiros em seu elenco atual que podem se naturalizar brasileiros: Tomás Cuello e Alan Franco.

Tomás Cuello está no Brasil desde maio de 2020, quando chegou para defender o Red Bull Bragantino. Como vive em solo brasileiro há mais de seis anos, o atacante poderia se naturalizar brasileiro. Vale ressaltar que, caso queira seguir adiante com o processo, o jogador não estaria impedido de defender a seleção argentina.

Tomás Cuello pelo Atlético (Foto: Pedro Souza/Atlético)

Alan Franco também chegou ao Atlético-MG em 2020, mas foi emprestado duas vezes antes de ser reintegrado ao elenco em 2023. Portanto, o volante soma três anos e quase três meses de residência no Brasil. Considerando apenas esse período, o jogador não conseguiria se naturalizar brasileiro.

No entanto, Alan teve dois filhos que nasceram em Belo Horizonte, o que o ajuda no processo, já que, nesse caso, precisaria de apenas um ano de residência em solo brasileiro. Franco também se encaixa em uma situação semelhante à de Cuello e poderia continuar defendendo a seleção do Equador.

Alan Franco pelo Atlético (Foto: Pedro Souza/Atlético)

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