Apenas semanas depois de deixar o Palmeiras, o jovem atacante Luighi, de 20 anos, entrou em uma discussão com um torcedor palestrino nas redes sociais.

Em tom de brincadeira, o perfil Web Rádio Verdão, no Instagram, que possui mais de 30 mil seguidores, pediu a volta do jogador em publicação, citando erros do atleta em sua passagem pelo time paulista.

"O Palmeiras precisa de você (Luighi)! Precisamos dos seus chutes para fora, dos seus erros de passes, da sua corrida de calça jeans molhada e principalmente dos tropeços na bola. Era sua ruindade futebolística que trazia alguns bons momentos para nós!", escreveu o perfil.

Luighi não gostou da ironia e, na seção de comentários, rebateu a conta, pedindo paz e citando seu enorme respeito ao Palmeiras.

"Cara*** mano, mesmo eu longe, vocês tem que falar de mim? Me deixa em paz, mano! Eu respeito e sempre vou respeitar o Palmeiras! Mais isso é desgastante!", respondeu o atacante.

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Luighi não atua no Palmeiras desde o final de julho, quando foi negociado ao New York City FC, equipe que disputa a Major League Soccer (MLS), principal liga dos Estados Unidos.

De acordo com informações divulgadas pelo ge, a ida do jogador ao time estadunidense é por um empréstimo de um ano. O negócio custou 300 mil dólares (na cotação atual, cerca de R$ 1,5 milhão) aos norte-americanos, que também possuem uma opção de compra em definitivo, estipulada em 6 milhões de dólares (aproximadamente R$ 30 milhões).

Caso Luighi permanece no clube nova-iorquino, 20% de seus direitos econômicos ficam com o Palmeiras. Isso significa que, se houver uma nova venda, o Verdão tem direito a 1/5 do valor.

No Palmeiras desde os 10 anos de idade, Luighi fez parte da geração bilionária da base do clube, que teve nomes como Endrick, Estêvão e Vitor Reis, e rendeu lucros esportivos e financeiros ao time.

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No entanto, a passagem do jogador pela formação palestrina é marcada por um episódio triste: o caso de racismo sofrido em uma partida contra o Cerro Porteño, no Paraguai, pela Libertadores.

Luighi relatou insultos racistas ao sair de campo e informou ao árbitro que o chamaram de “macaco”. O jogo precisou ser interrompido por alguns minutos. Posteriormente, visivelmente abalado, o jogador chorou no banco de reservas e voltou a se emocionar ao relatar o ocorrido após a partida.

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No profissional, o atleta não conseguiu repetir os números obtidos na base, deixando o Palmeiras com apenas cinco gols marcados e uma assistência dada em 45 partidas disputadas