Após o fim da fase de grupos, chegou a hora das decisões começarem na Libertadores. E um dos embates das oitavas de final marcará o reencontro entre dois times. Fluminense e Independiente Rivadavia se enfrentam, na terça-feira (11), às 19h (de Brasília), no Maracanã, pelo duelo de ida.
Apesar dos argentinos estarem na sua primeira participacão no torneio continental, está longe de ser um desconhecido dos cariocas. Afinal, ambos caíram na mesma chave. E os estreantes levaram a melhor na mesma: venceram fora de casa por 2 a 1, e empataram dentro em 1 a 1.
Os resultados dos confrontos diretos representaram bem as campanhas de cada um, no Grupo C. Isso porque o Rivadiva terminou na liderança dispardo, com 16 dos 18 pontos em disputa. Já o tricolor, ficou na segunda posição tendo conquistado apenas oito.
Após um primeiro semestre de mais altos que baixos, a equipe de Luis Zubeldía inicia o mata-mata da competição bastante pressinado. A grande decaída no desempenho, que culminou num péssimo retrospecto recente, faz inclusive o treinador balançar no cargo.
O Fluminense já havia ido à parada da Copa sob desconfiança da torcida. Esperava-se que o longo tempo para trabalhar, livre de jogos, seria o que faria ele voltar aos trilhos novamente. Mas os resultados indicam que retornou com ainda mais problemas a serem resolvidos.
Para além da eliminação para o Vasco na Copa do Brasil, o fato de ainda estar atrás na primeira vitória da metade final da temporada preocupa muito: foram cinco empates e uma derrota, em seis desafios, com quatro gols marcados e seis sofridos.
Com a necessidade de evoluir tanto no aspecto ofensivo, quanto no defensivo, o tricolor carioca tem notícias opostas nos dois. Se viu o atacante John Kennedy virar desfalque por lesão, deve contar com retorno de Thiago Silva na zaga — estava contundido.
Os comandados por Alfredo Berti passam por um 2026 bem positivo, num geral. No entanto, foram à paralisção do Mundial com uma grande frustação nas costas. Isso, principalmente, pelas expectativas que se criou em cima deles, pelo que fizeram na etapa de liga do Apertura.
Após terminar na liderança do Grupo 2, do primeiro turno do Campeonato Argentino, o Rivadavia acabou eliminado logo de cara nas oitavas — perdeu de 2 a 1 para o Únion. Essa eliminação deixou um gosto amargo, na grande trajetória traçada na fase inicial da Libertadores.
O clube sabia que o período sem compromissos seria determinante para o restante do ano. Os indícios desde o retorno são positivos: venceu três, empatou uma e perdeu outra, das cinco partidad disputadas. E acumulou seis bolas a rede a favor e seis contra, no recorte