O duelo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores 2026, no Nubank Parque, em São Paulo, marcou mais uma pífia exibição do Palmeiras. O empate (1 a 1) com o Cerro Porteño evidenciou o baixo nível de futebol apresentado por um dos melhores e mais caros elencos do continente.
No primeiro tempo, o Palmeiras dominou a posse de bola e criou as melhores oportunidades, mas encontrou dificuldades para furar o bloqueio defensivo guarani. O conjunto paraguaio se posicionou de forma compacta e apostou em contra-ataques pontuais.
A equipe paulista finalizou mais, principalmente com Allan e Vitor Roque, mas não conseguiu superar o goleiro Roffo. O time visitante, por sua vez, pouco ameaçou o gol de Carlos Miguel. Detalhe: o campeão paulista não derrotou este adversário em três duelos nesta Libertadores.
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Já no segundo tempo, a equipe brasileira aumentou a pressão ofensiva e quase abriu o placar em uma grande chance perdida por Jhon Arias, que ficou sozinho na frente do gol e desperdiçou a oportunidade, arrematando para fora.
O Cerro Porteño continuava priorizando a organização defensiva e buscando espaços em transições rápidas, com Vegetti como principal referência no ataque. O jogo permanecia equilibrado no placar, apesar da superioridade territorial alviverde.
Aos 25 minutos da etapa final, Benítez marcou após erros seguidos da defesa palmeirense, especialmente de Murilo. Contudo, o jogador do Ciclón estava em impedimento, confirmado pela arbitragem de vídeo. Gol anulado.
Instantes depois, Andreas Pereira foi expulso. Jogando mal mais uma vez, o Palmeiras demonstrava nervosismo e o confronto ficava ainda mais dramático. Após diversas trocas em busca de um gol salvador, o time achou o caminho das redes com Flaco López, seu principal jogador.
Mas o Cerro não se entregou, quase empatando em perigosa cabeçada de Morel aos 46 do segundo tempo. Um minuto depois, Torres cruzou da direita e Vegetti se esticou, aparentemente não tocou na pelota, Carlos Miguel voltou a falhar e o cotejo estava empatado. Justo resultado.
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