Técnico da Seleção Brasileira há mais de um ano, Carlo Ancelotti poderia ter dado adeus ao cargo nos últimos dias, após a procura de dirigentes da  Federação Italiana de Futebol (FIGC) pelo experiente comandante. A recusa ao convite para assumir a Azzurra, no entanto, aconteceu quase que imediatamente, em respeito ao compromisso firmado junto à CBF (Confederação Brasileira de Futebol), explicou Carleto. 

Diante do contexto,  trazido a público por Ancelotti em entrevista à ESPN, que foi ao ar na última quarta-feira (29), a imprensa local repercutiu a recusa do treinador em trabalhar à frente da seleção italiana, que mira retornar a uma Copa do Mundo depois de três ausências consecutivas no torneio. 

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Conforme destacou Carlo Ancelotti, a resposta negativa para trabalhar na seleção de seu país ocorreu pela preferência à Amarelinha, por conta do acolhimento recebido no último ano e também pelo  contrato renovado pela CBF até a Copa de 2030.

Carlo Ancelotti explicou nesta quarta-feira (29) como pretende conduzir o processo de renovação da Seleção Brasileira após a queda na Copa do Mundo.

Em entrevista ao GE transmitida pelo Jornal Nacional, o comandante italiano admitiu a necessidade de curar as feridas da eliminação recente, defendeu suas convicções para o novo ciclo de quatro anos e projetou o futuro do futebol brasileiro, incluindo a recuperação de peças centrais da equipe.

Ancelotti trabalha na estruturação do próximo ciclo ao lado do departamento de seleções. De olho nos amistosos contra Austrália e Índia, em setembro, o italiano estabeleceu que poucos veteranos terão sequência, decretando o encerramento de ciclo para peças centrais da última década.

"Vamos mapear os novos jogadores que possam entrar não digo na próxima Copa do Mundo de 2030, mas que possam já ser competitivos no primeiro objetivo, que é a Copa América de 2028", complementou o italiano. 

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Um dos maiores técnicos da história do futebol mundial, com um currículo recheado de títulos, Carlo Ancelotti  conduz a  Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2030, em busca do sonho do hexa.

Antes de se consagrar como o renomado comandante que se tornou nos dias de hoje, contudo,  Ancelotti surgiu como uma promessa do meio-campo do futebol italiano há alguns bons anos