Danilo vem agitando o mercado da bola recentemente. O atleta do Botafogo indicou a saída do clube desde antes da Copa do Mundo de 2026, em que defendeu a Seleção Brasileira após ser convocado por Carlo Ancelotti, e segue protagonizando uma novela nesta janela de transferências. Alvo do Palmeiras e do Zenit, da Rússia, o meio-campista de 25 anos, no entanto, "não está a venda", disse o presidente do Glorioso social, João Paulo Magalhães Lins.

Em entrevista concedida na última quarta-feira (22) ao jornalista Jorge Nicola, o dirigente destacou que o Botafogo está organizado e que não existe uma necessidade de negociar Danilo no momento, uma vez que o atleta é destaque da equipe. 

"O Botafogo tem seis milhões de torcedores, é um dos maiores clubes da América do Sul, não precisa vender ninguém para nada. O Botafogo está organizado e vamos em frente", complementou João Paulo.

Enquanto aguarda a definição de seu destino, Danilo foi relacionado pelo Glorioso para encarar o Vitória pelo Campeonato Brasileiro nesta quinta-feira. Se entrar em campo, o jogador completa 13 jogos na Série A e ficará impedido de se transferir para outro clube do Brasileirão.

Na tarde da última quarta-feira, o Palmeiras subiu ainda mais os valores propostos ao Botafogo na tentativa de contratar Danilo. As cifras passaram a girar em torno de  28 milhões de euros (R$ 162 milhões na cotação atual), sendo 25 milhões de euros fixos e outros 3 milhões de euros em bônus por metas. A informação foi divulgada pelo jornalista André Hernan. 

Desde então, o clube de Leila Pereira segue aguardando a resposta do Glorioso, que recebeu, nos últimos dias, uma oferta do Zenit, da Rússia. O time de São Petersburgo aposta em valores ainda mais altos por Danilo.

Segundo a Agência RTI Esporte, estão na mesa 30 milhões de euros (R$ 173 milhões) fixos, mais 5 milhões de euros (R$ 28,8 milhões) em bônus por metas. Além disso, os russos pretendem oferecer salário ainda maior ao meio-campista do que o proposto pelo Verdão, a fim de convencer o jogador, que sinalizou uma vontade contrária a rumar à Europa se não for para um time de "primeira prateleira", visando, principalmente, um projeto atrativo pensando na Copa do Mundo de 2030. 

Jornalista formado e apaixonado por futebol. Com experiência em redação, cobertura de eventos esportivos, incluindo entrevistas ao vivo e atuações como comentarista