À medida que as eleições de 2026 se aproximam, o respeito à capacidade de decisão do eleitor deve estar no centro do debate democrático. A avaliação é do jornalista Antonio Fernando da Silva, conhecido como Fernando CPI, que defende em artigo publicado, uma participação política baseada na liberdade de escolha e na análise das propostas apresentadas pelos candidatos.Segundo o jornalista, o eleitor alagoano conhece os problemas do Estado e tem condições de avaliar discursos, propostas e trajetórias políticas. Ele considera que tratar a população como uma “massa de manobra” representa um desrespeito à autonomia do cidadão.“O eleitor alagoano nunca será um Maria vai com as outras.”Para Fernando CPI, o voto é um direito constitucional e deve pertencer exclusivamente ao eleitor. Conforme ressaltou, não pode ser considerado patrimônio de grupos políticos, estruturas de poder ou pessoas que ocupam cargos públicos.O jornalista afirmou que a democracia não pode conviver com práticas que condicionem a escolha do eleitor a favores, intimidações ou promessas indevidas.De acordo com Fernando CPI, convencer o eleitor por meio de ideias e propostas faz parte do processo democrático. Coagir ou interferir na liberdade de escolha, porém, representa outra situação.“O debate político deve ocorrer por meio da apresentação de ideias, programas de governo, projetos e propostas concretas”, pontuou.Ele também destacou que a legislação eleitoral brasileira estabelece mecanismos para proteger a liberdade do voto, combater abusos de poder e garantir condições de disputa entre os candidatos.Conforme o jornalista, cada cidadão tem o direito de analisar os candidatos, comparar propostas e avaliar as trajetórias antes de decidir em quem votar.Fernando CPI salientou que essa decisão deve ser tomada de acordo com a consciência de cada eleitor e sem interferências externas.“O cidadão alagoano não é peça de um jogo político nem instrumento de interesses pessoais. É o verdadeiro protagonista da democracia”, afirmou.Decisão nas urnas tem reflexos no EstadoO jornalista ponderou que a escolha feita nas urnas não termina no dia da eleição. Para ele, o resultado influencia decisões que terão impacto sobre áreas como saúde, educação, segurança, infraestrutura e investimentos públicos.Nesse sentido, considerou que o eleitor precisa compreender as consequências de sua escolha e acompanhar a atuação daqueles que forem eleitos.Fernando CPI também ressaltou o sentimento de pertencimento dos alagoanos e afirmou que a chamada “alagoanidade” está relacionada à cultura, à história, ao trabalho e à expectativa de um futuro com melhores condições para a população.Ao concluir a reflexão, o jornalista defendeu que o respeito ao eleitor deve ser um princípio permanente durante o processo eleitoral.“Em 2026, o maior patrimônio da democracia continuará sendo a liberdade de cada eleitor para decidir, sem medo, sem pressão e sem interferências indevidas, qual projeto considera mais adequado para representar os interesses da sociedade”, afirmou.Ele acrescentou que cargos eletivos não pertencem aos políticos, mas à população, que exerce sua soberania por meio do voto.
Avenida Menino Marcelo, 9350 - Loja 28 - Térreo - Serraria - Maceió - AL - CEP: 57.046-000
Utilizamos cookies para coletar dados e melhorar sua experiência, personalizando conteúdos e customizando a publicidade de nossos serviços
confira nossa política de privacidade