A Fórmula 1 terá, a partir desta sexta-feira (2), o Grande Prêmio do Bahrein nos holofotes. O curioso é que, apesar do nome, a 16ª etapa da temporada será disputada a cerca de 6 mil km do país do Oriente Médio.
Os pilotos vão correr no Circuito Internacional de Sepang, na Malásia. Devido à guerra no Oriente Médio, o GP do Bahrein — que estava marcado para ser a quarta etapa do campeonato — foi adiado e, posteriormente, teve seu local alterado.
A corrida, no entanto, vai manter o nome original. A prova continuará sendo chamada de GP Gulf Air Bahrein, mesmo na Malásia — o governo do Bahrein também continuará financiando a etapa.
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A etapa no Bahrein foi cancelada em abril por motivos de segurança ligados à guerra no Oriente Médio. A F1 chegou a considerar correr no país no fim de junho, mas descartou a ideia depois que o Irã voltou a atacar o Bahrein.
A Malásia foi escolhida por logística e por existir um "hiato" no calendário. A categoria identificou o intervalo entre Azerbaijão e Singapura como o único espaço realista para encaixar uma corrida extra sem mexer no restante da temporada. O acordo foi fechado com participação da Fórmula 1, da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e dos governos dos países.
A corrida na Malásia volta ao Mundial após anos fora do calendário e tem história na categoria. O circuito recebeu a Fórmula 1 de 1999 a 2017 e ficou conhecido por corridas movimentadas.
O clima tropical é um fator que costuma mexer com as provas na Malásia. O forte calor, a umidade alta e a ameaça constante de chuva — às vezes torrencial — tornam a corrida fisicamente desgastante para os pilotos e podem influenciar estratégias.
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