O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud cumpre agenda institucional em Campo Grande, nesta quarta (2) e quinta-feira (3). A programação terá como principal compromisso a inauguração do Centro de Desenvolvimento do Futebol, estrutura que integra o legado da Copa do Mundo FIFA Brasil 2014.

O primeiro compromisso de Samir Xaud em Mato Grosso do Sul será visita ao Estádio Universitário Pedro Pedrossian, o Morenão, marcada para às 10h.

Pela tarde, às 15h, o presidente fará uma visita ao Bioparque Pantanal, a qual trata-se de uma agenda restrita à comitiva da CBF. Às 17h, haverá uma cerimônia de homenagens no auditório do aquário. Durante a solenidade, Samir Xaud receberá o título de Visitante Ilustre de Campo Grande, concedido pela Câmara Municipal.

Na ocasião, personalidades de Mato Grosso do Sul também serão homenageadas pela CBF em reconhecimento às suas trajetórias e contribuições para o desenvolvimento do futebol no Estado.

Na quinta-feira (3), acontecerá a inauguração do Centro de Desenvolvimento do Futebol, marcada para às 8h30. A cerimônia marca a entrega oficial da estrutura da CBF em Mato Grosso do Sul, integrante do legado da Copa do Mundo FIFA Brasil 2014. O espaço está localizado na Avenida Tamandaré, 11.297, no bairro Vila Nasser. 

O Fundo de Legado da Copa do Mundo da FIFA tem como objetivo fomentar o futebol nos países que sediam a principal competição da modalidade. No Brasil, que recebeu o Mundial em 2014, os recursos do fundo têm sido aplicados em cinco diferentes áreas: Infraestrutura, Categorias de Base, Futebol Feminino, Social e Médica. 

Em Campo Grande, a estrutura terá um campo de grama sintética nas medidas oficiais da Fifa, de 105 x 68 metros, além de arquibancadas, vestiários e estacionamento.

Os Centros de Desenvolvimento são destinados aos 15 estados que não foram sedes da edição no país, como forma de desenvolvimento esportivo e social de cada localidade e herança pelo Brasil ter sediado o Mundial.

A última estrutura inaugurada pela CBF foi o Centro de Desenvolvimento do Futebol do Estado do Piauí, no dia 6 de agosto, em Teresina. Ao todo, sete unidades já foram inauguradas. 

A paralisação de funcionários da Opus Construtech envolvidos na construção do Projeto Sucuriú, megafábrica de celulose da Arauco em Inocência, entrou no segundo dia nesta quarta-feira (2), em meio às negociações trabalhistas da categoria.

Até a última atualização, não havia anúncio público de um acordo definitivo para encerrar a mobilização e garantir a retomada integral das atividades atingidas.

O movimento, como noticiado pelo Correio do Estado, começou na terça-feira (1º) e envolve funcionários da Opus Construtech, empresa contratada para atuar no empreendimento.

A mobilização ocorre em meio às negociações da data-base da categoria, que incluem discussões sobre reajuste salarial, benefícios e condições de trabalho.

A mobilização coincide com o encerramento da vigência de um dos acordos coletivos aplicados aos trabalhadores da construção do Projeto Sucuriú.

Documento registrado no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) estabeleceu vigência entre 1º de setembro de 2024 e 31 de agosto de 2026 e fixou justamente o dia 1º de setembro como data-base.

Com isso, a paralisação começou no primeiro dia após o término da vigência do instrumento e na data prevista para a negociação das condições trabalhistas da categoria.

O documento foi firmado pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil Pesada e pelo Consórcio MLC Aterpa, mas estabeleceu regras voltadas à construção do Projeto Sucuriú.

Entre as disposições, há previsão de que empresas contratadas e subcontratadas enquadradas na mesma atividade preponderante da construção deveriam cumprir o acordo mediante adesão ao instrumento.

O acordo anterior ajuda a dimensionar o que está em discussão durante a nova rodada de negociações. O instrumento estabeleceu reajuste salarial de 6% e definiu pisos mínimos de acordo com a função exercida pelos profissionais da construção do Projeto Sucuriú.

A tabela previa dezenas de ocupações, desde serventes, ajudantes e carpinteiros até eletricistas, mecânicos, operadores de máquinas e soldadores, com valores de hora de trabalho diferentes conforme a especialização