Campeão da Taça Brasil Feminina 2026, o Sesi Bauru também dominou a seleção das melhores jogadoras da competição, encerrada neste domingo (27/9), em Foz do Iguaçu (PR). Quatro atletas da equipe paulista foram escolhidas para o time ideal, e a central Diana ainda recebeu o prêmio de MVP do torneio.

Além de Diana, o Sesi Bauru colocou na seleção a levantadora Dani Lins, a ponteira Maira e a líbero Lelê. O Abel Vôlei, vice-campeão, teve duas representantes: a oposta Camila Mesquita e a ponteira Vanessa Janke. A central Ana Marcelin, do Sancor Londrina, completou a equipe.

Diana recebeu a principal premiação individual da Taça Brasil Feminina. A central conquistou o prêmio de MVP da segunda edição do torneio e encerrou a competição com duas conquistas: o título e o prêmio de melhor jogadora.

O domínio do Sesi Bauru na seleção acompanhou a arrancada da equipe na rodada decisiva. O time chegou ao domingo precisando de uma combinação de resultados para conquistar o título.

Primeiro, o Batavo Mackenzie derrotou o Abel Vôlei por 3 sets a 1 e reabriu a disputa. Na sequência, o Sesi Bauru fez exatamente o resultado de que precisava: venceu o Sancor Londrina por 3 sets a 0, com parciais de 25-15, 25-19 e 25-17.

Sesi Bauru e Abel Vôlei terminaram a competição com seis pontos, duas vitórias e uma derrota. A equipe paulista conquistou o título no set average. O Sesi encerrou a campanha com sete sets vencidos e três perdidos, contra sete vencidos e quatro perdidos pelo Abel.

A Taça Brasil Feminina reuniu Sesi Bauru, Abel Vôlei, Sancor Londrina e Batavo Mackenzie no Ginásio Costa Cavalcanti, em Foz do Iguaçu. Os quatro times disputaram o torneio em turno único, no sistema todos contra todos.

Esta foi a segunda edição da Taça Brasil Feminina. Em 2025, o Sesc RJ Flamengo conquistou o título.

Para poder interagir com todos comentários, faça Login na sua conta Terra

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie