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Caso você ainda questione o peso dos estaduais é bom repensar a linha de raciocínio.

Qualquer semelhança com futebol não é mera coincidência

Os campeonatos mineiro e paulista derrubaram numa tacada só dois técnicos, quase 3.

E por que Mackenzie e Guarulhos optaram em detonar os treinadores?

O caso que mais chama a atenção é de Victor Hillmann, o Vitinho.

Revelação da temporada passada em Monte Carmelo, o técnico  durou menos de 3 meses no cargo em Guarulhos e foi demitido após o time terminar na penúltima colocação no estadual.

O curioso é que esse mesmo Vitinho, que não servia para Guarulhos, serve para Montes Claros.

Foi ele o nome escolhido para fazer parte da comissão após o time também naufragar no estadual sob comando de Walner Santos, mantido no projeto.

Foi esse o treinador selecionado para tocar o projeto em Guarulhos na Superliga.

Talmo, logo ele, que soma 3 passagens por Montes Claros, a última em 2024.

Por fim, o Mackenzie repatria Marcos Queiroga e rebaixa Gabriel Leite.

A decisão não tem a ver apenas com a última colocação no estadual, até porque todos, sem exceção, sabiam que o time não seria finalista.

Foi apenas uma repetição do que se vê desde 2010.

Os dirigentes sonham com voos mais altos na Superliga, pura ilusão, e apostam na simples mudança de comando, muito embora Queiroga tenha mais status e bagagem que o antecessor.

Diante do cenário apresentado nos estaduais, a Superliga promete e oferece, pelo período de disputa e maior dificuldade, novas capítulos da dança das cadeiras.